quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
João Lucas e Walter Filho
21:58
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Vi pela primeira vez a dupla sul-mato-grossense, João Lucas e Walter Filho, no palco do programa Terra da Padroeira.
Com uma voz marcante e uma intimidade com a viola conquistaram rapidamente o nosso respeito e admiração, desde então passei a acompanhar o trabalho da dupla.
Hoje iniciei uma busca pela net, para saber um pouquinho mais sobre esses rapazes, descobri um pouco da história deles no site www.planetasercomtel.com.br e vou dividir com vocês
João Lucas e Walter Filho, de Campo Grande (MS), tem conquistado espaço no cenário nacional com um misto de sertanejo universitário e de raiz.
O primeiro CD foi gravado em 2008, mas foi em 2009, com o segundo CD, lançado ao vivo em Campo Grande, que os amigos emplacaram nas baladas sertanejas de todo o país. O repertório da dupla é formado, em grande parte, por composições próprias. Nas letras das músicas, o tema que impera é o amor seguido de desencontros.
A música sertaneja sempre esteve presente na vida de João Lucas e Walter Filho. “Crescemos ouvindo essas músicas. As modas de violão de duplas consagradas como João Carreiro & Capataz e Tião Carreiro & Pardinho foram a nossa inspiração”, comenta João Lucas.
O violeiro iniciou a carreira, literalmente, por acaso. Era proprietário de um bar em Campo Grande, e para animar as noites, ele mesmo cantava e tocava violão. “Eu não tinha intenção de virar profissional, apenas gostava de cantar”, comenta.
Já o seu parceiro Walter Filho começou a estudar viola aos 16 anos e tocava, informalmente, para família e amigos. E a paixão pela música sertaneja acabou unindo os violeiros.
Não deixem de visitar www.joaolucasewalterfilho.com.br e confiram a musica "O Problema é meu" com participação de Guilherme e Santiago
domingo, 19 de junho de 2011
Arraí de São João com o Terra da Padroeira
21:56
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O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida realizou entre os dias 17 à 19 de junho o Arraiá de São João.
O evento, que tem como objetivo arrecadar fundos para as entidades beneficentes de Aparecida se chamava, até o ano passado, Arraiá Solidário. Com novo formato e nova proposta, a festa junina considerada um dos maiores eventos beneficentes do Vale do Paraíba, trouce este ano novidades na sua programação.
O diferencial da festa, realizada no Pátio das Palmeiras, é que em todas as suas edições a presença da família é muito marcante, característica própria das atividades da Casa da Mãe Aparecida.
No total, 8 entidades da cidade são beneficiadas. São elas APAE, Casa do Pequeno, Lar Nossa Senhora Aparecida, Casa da Infância e Juventude, Lar São Vicente de Paulo, Santa Casa de Aparecida e Fundo Social de Solidariedade e ACEPAS – Projeto Social João Paulo II.
O evento contou com atrações como shows, quadrilhas, decoração caipira, mini fazenda e parque de diversões.
Neste domingo a festa continuou com muita animação. Pela manhã, o programa Terra da Padroeira, da TV Aparecida, foi transmitido ao vivo do pátio das Palmeiras.
O Arraiá contou ainda em seu último dia com a apresentação de quadrilhas e de uma orquestra de sanfonas.
Marco Brasil
Mayck e Lyan
Os Bonecões de Caçapava fez a alegria do povo dançando quadrilha
Agnaldo Timótio
sábado, 11 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Histórias que merecem ser contadas
18:31
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Há uns dois meses, vimos o Kleber de Oliveira receber das mãos de um senhor a réplica perfeita do palco do programa Terra da Padroeira.
Através do orkut tivemos o prazer de conhecer a artesã responsável pelo trabalho; Joselina de Freitas Santos, ou melhor, “Dé do artesanato”.
Dé do artesanato é do município de Jaguaquara no estado da Bahia. E aceitou o nosso convite para contar um pouquinho de sua história para os Fãs Terra da Padroeira.
“Desde criança fazia miniaturas de animais pra brincar, pois morava na roça e não tínhamos brinquedos, as bonecas eram de pano, confeccionadas pela minha mãe. Quando fomos morar na cidade fiz um cavalinho de madeira, as pessoas viram e gostaram, foi aí que comecei a trabalhar com artesanato.
Desde maio de 1984 faço criações em madeira mais tenho muita dificuldade, pois não tenho ferramentas adequadas para meu trabalho, mas não me deixo abater e tenho utilizado facão, faca, canivete, serra manual, formão e martelo.
Meu sonho é ter uma micro retifica ou ferramentas que me ajudassem a produzir melhor com maior quantidade e qualidade.
Tenho muita fé em Deus e em Nossa Senhora Aparecida e sempre vou a lutar, não vou desistir.
Que Deus e Nossa Senhora Aparecida abençoe vocês por me darem essa chance de mostrar meu trabalho e contar um pouco da minha história”.
Tel :73-8831-8862/73- 9155-3267 ou meu mail artesanatokikanto@hotmail.com
Deus os abençoe hoje e sempre ...
Através do orkut tivemos o prazer de conhecer a artesã responsável pelo trabalho; Joselina de Freitas Santos, ou melhor, “Dé do artesanato”.
Dé do artesanato é do município de Jaguaquara no estado da Bahia. E aceitou o nosso convite para contar um pouquinho de sua história para os Fãs Terra da Padroeira.
“Desde criança fazia miniaturas de animais pra brincar, pois morava na roça e não tínhamos brinquedos, as bonecas eram de pano, confeccionadas pela minha mãe. Quando fomos morar na cidade fiz um cavalinho de madeira, as pessoas viram e gostaram, foi aí que comecei a trabalhar com artesanato.
Desde maio de 1984 faço criações em madeira mais tenho muita dificuldade, pois não tenho ferramentas adequadas para meu trabalho, mas não me deixo abater e tenho utilizado facão, faca, canivete, serra manual, formão e martelo.
Meu sonho é ter uma micro retifica ou ferramentas que me ajudassem a produzir melhor com maior quantidade e qualidade.
Tenho muita fé em Deus e em Nossa Senhora Aparecida e sempre vou a lutar, não vou desistir.
Que Deus e Nossa Senhora Aparecida abençoe vocês por me darem essa chance de mostrar meu trabalho e contar um pouco da minha história”.
Tel :73-8831-8862/73- 9155-3267 ou meu mail artesanatokikanto@hotmail.com
Deus os abençoe hoje e sempre ...
sexta-feira, 27 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O Bandeirante da Música Caipira "Cornélio Pires"
22:49
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Ontem fazendo uma busca por musicas na ineternet um nome me chamou a atenção "Cornélio Pires" resolvi pesquisar, fiquei muito empolgada com a pesquisa e resolvi dividir com vocês um pouco da história de Cornélio Pires O Pioneiro da Musica Sertaneja
Jornalista , escritor, poeta, folclorista e cantador, ele foi o primeiro a gravar um disco de música caipira. É também obra sua a divulgação desta música , através de um Teatro Ambulante.
A história do disco caipira, de tão grande sucesso nos dias atuais, começa em maio de 1929, com a primeira gravação da Turma de Cornélio Pires . Era um 78 rotações de rótulo vermelho, que levava o selo Colúmbia. De um lado, “Jorginho do Sertão” e , do outro, “Moda de Pião”, ambas de autoria do próprio Cornélio.
E quem seria Cornélio Pires,considerado o “bandeirante da música caipira”?
Natural da cidade de Tietê (SP), escritor , folclorista, Jornalista, poeta e cantador , Cornélio nasceu a mais de cem anos atrás , em 1884.Foi com ele que a música sertaneja passou a ser encarada sob o ponto de vista profissional. A princípio, por volta de 1914, Cornélio dedicava-se a organizar espetáculos pelo interior de São Paulo , para divulgar a arte caipira e apresentar artistas sertanejos: eram as Conferências Cornélio Pires.
Com o passar do tempo, aquelas apresentações tomaram jeito de espetáculos, e foi a essa altura que Cornélio Pires tomou a iniciativa de gravar um disco. Ao chegar em São Paulo, porém , viu seu grande sonho cair água abaixo : gravadora alguma queria arriscar um tipo de música que , acreditavam , não teria receptividade junto ao público.
Confiante em seus propósitos , Cornélio não desistiu. Ao contrário , armou-se de toda sua força de vontade , juntou-se a alguns amigos ( as duplas Zico Dias e Ferrinho, Mandi e Sorocabinha, Mariano e Caçula) e pagou para gravar seu próprio disco.Lançava, assim , em maio de 1929, a Série Caipira Cornélio Pires. Pode-se dizer , portanto, que ele foi um dos primeiros “independentes” da música brasileira.
De cara , “Jorginho do Sertão” e “Moda de Pião” desmentiram as previsões das gravadoras :em apenas 20 dia , o disco estourava com cinco mil cópias vendidas. Vitorioso , Cornélio passou a ser assediado por propostas tentadoras das mesmas companhias que antes o ignoraram. Não aceitou esses convites, decidido a continuar financiando seus discos. E sucederam-se as gravações : “Entre Alemão e Italiano”, “Anedotas Norte-americanas”, “Astúcias de Negro Velho”, “Rebatidas de Caipira”, “Numa Escola Sertaneja”, “Coisas de Caipira”, “Batizado de Sapinho”, “Desafio Caipira”e “Verdadeiro Samba Paulista”, grandes sucessos na época .
De sucessos em sucesso , criou em 1946, o Teatro Ambulante Cornélio Pires, composto de dois carros , um com biblioteca e outro com discoteca para percorrer o interior paulista, onde apresentava-se em praça públicas. Em 1948, recebia o patrocínio da Companhia Antártica Paulista, que distribuía bonés com sua marca durante os shows de seu grande astro .
Antes de morrer de um câncer na laringe , em 1958, Cornélio Pires pode se orgulhar por ter aberto caminho para os programas de música sertaneja nas rádios do país. Foi também a luz que indicou às gravadoras o novo e bem-sucedido caminho da música sertaneja. Uma dessas gravadoras ,a RCA Victor, não demorou a formar a Turma Caipira Victor pra lançamentos exclusivos na área . E , no ano mesmo de sua morte, Cornélio Pires saboreou mais uma vitória : a apresentação de um espetáculo caipira no Teatro Municipal de São Paulo, templo sagrado da música clássica. Era , já naquela época, o triunfo da música caipira , e de Cornélio Pires.
sábado, 14 de maio de 2011
Confiram a programação desse domingo!
19:35
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Boa Noite, todos estão convidados a conferir o Terra da Padroeira nesse domingo a partir das 9h da manhã na TV Aparecida com as duplas Marcus e Mateus, Gilberto e Gilmar, Adriano Dias, as Marcianas, Sadi e Santori e Luiz Fernando e João Pinheiro.
Não percam vai ser bom demais.
Não percam vai ser bom demais.
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